segunda-feira, 1 de julho de 2013

Nossa, saiu no jornal!






Diário de São Paulo

01/07/2013 07:19

Passeata contra violência reúne mil pessoas em São Paulo

Manifestantes de preto fizeram caminhada pedindo revisão do Código Penal e agilidade no judiciário Filipe Sansone Tercio Teixeira/ Diário SP


Manifestação tinha como objetivo reivindicar maior segurança pública
Cerca de mil pessoas, de acordo com a PM, se reuniram para protestar contra a onda de violência na capital, na manhã de ontem. Os manifestantes vestiam roupas pretas e fizeram uma passeata do Parque do Povo, no Itaim Bibi, na Zona Oeste da capital, ao Parque do Ibirapuera, na Zona Sul.
O protesto reuniu familiares de vítimas recentes de violência, como do estudante Mário Sampaio, de 22 anos, que morreu em 31 de dezembro do ano passado, esfaqueado pelo dono da Churrascaria e Pizzaria Casa Grande, no Guarujá, após discutir o valor da conta a ser pago.
“O Código Penal tem de mudar para punir os criminosos, inclusive os menores de idade, senão muitas mães ainda vão chorar a perda de seus filhos da mesma maneira que eu chorei”, afirma a pedagoga Maria Helena Santos Sampaio, de 50 anos, mãe de Mário. Ela veio com outros 30 familiares e amigos de Campinas, onde mora, para a passeata.
Segundo a organizadora do protesto no Facebook, a assessora de imprensa Marcela Lima, de 39 anos, a manifestação tinha como objetivo reivindicar maior segurança pública, agilidade no judiciário, cidadania e respeito, educação e revisão do Código Penal. “A violência não escolhe bolso. Estamos cansados de notícias de latrocínio. E ainda temos de aturar políticos condenados sem irem para a prisão. Causa indignação.”


CARA PINTADA/ A empresária Ana Foz, de 58 anos, tinha um “X” pintado de verde e amarelo no rosto e estava pintando o rosto de outras pessoas. “É para mostrar quanta gente já foi assaltada. Todos que estão com a cara pintada já sofreram isso”, diz a empresária, que mora no Morumbi, Zona Oeste, e teve a casa roubada duas vezes. A passeata terminou por volta das 13h30 com um grito de “chega” no Ibirapuera

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